Meus pensamentos podem parecer um tanto quanto críticos, mas são frutos daquilo que tenho observado e conversado com Deus. Sem pretensões alguma. Viso através deste blog permitir que todos aproveitem de tudo aquilo que é postado aqui, seja meu ou de outros pensadores. Que sirva de pesquisas para todos. Pastor Alexandre Reis
sábado, 1 de setembro de 2012
Uma noiva que com vestido rasgado exibe suas vergonhas. Não nos espanta, ó Deus, que o mundo não possa conhecer que tu o enviaste.
Marília De Camargo César.
Santo Agostinho
Em seu livro Sobre o livre arbítrio (em latim: De libero arbitrio) Agostinho responde de ao problema filosofico do mal de forma filosófica, demonstrando também filosoficamente que Deus não é o criador do mal. Pois, para ele, tornava-se inconcebível o fato de que um ser benevolente, pudesse ter criado o mal.
A concepção que Agostinho tem do mal, tem como base teoria platônica e a desenvolve. Assim o mal não é um ser, mas sim a ausência de um outro ser, o bem. O mal é aquilo que "sobraria" quando não existe mais a presença do bem. Deus seria a completa personificação deste bem, portanto o mal não seria oriundo da criação divina, mas seu antagonista por excelência, na condição de fruto do seu afastamento. No diálogo com seu amigo Evódio, Agostinho explica-lhe que a origem do mal está no livre-arbítrio concedido por Deus. Deus em sua perfeição, quis criar um ser que pudesse ser autônomo e assim escolher o bem de forma voluntária, um ser consciente. O homem, então, é o único ser que possuiria as faculdades da vontade, da liberdade e do conhecimento. Por esta forma ele é capaz de entender os sentidos existentes em si mesmo e na natureza. Ele é um ser capacitado a escolher entre algo bom (proveniente de Deus em uma criação perfeita) e algo mau (a prevalência da vontades humanas inperfeitas e que afetam negativamente a criação da perfeição idealizada por Deus).
Entretanto, por ter em si mesmo a carga do pecado original de Adão e Eva, estaria constantemente tendenciado a escolher praticar uma ação que satisfizesse suas paixões (a ausência de Deus em sua vida). Deus, portanto, não é o autor do mal, mas é autor do livre-arbítrio, que concede aos homens a liberdade de exercer o mal, ou melhor, de não praticar o bem. Esse argumento também implica que o ser humano tem direito de escolha sobre sua própria vida, não é apenas um ser programado. E se, segundo Agostinho, o bem é apreciado por Deus e a prática perfeita, todas as ações por ele inspiradas se tornam virtuosas e louváveis. Sendo que em um universo de seres não conscientes e que não têm livre-arbítrio, as práticas do bem e do mal seriam programadas e não poderiam ser classificadas como boas ou ruins.
לאן אלך, אנה אפנה, כשעיניך מביטות בי
איכה אברח, איך לא אפנה
בין אמת לאמת
בין הלכה למעשה
בין הימים ההם לזמן הזה
בין הנסתר לנגלה
בין העולם הבא לעולם הזה
רודף אחר חוקיך, מאידך תשוקתי אותי שורפת
עזה כמוות, איומה כנדגלות
הלילות הארוכים והבדידות והשנים
והלב הזה שלא ידע מרגוע
עד שישקוט הים, עד שינוסו הצללים
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