quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Espiritualidade


Nicholas D. Kristof no The New York Times 

Nesta época de polarizações, poucas palavras provocam tanta aversão nos ambientes liberais quanto “cristão evangélico”.
Em parte, isto se explica porque, nos últimos 25 anos, os evangélicos foram associados a personagens rabugentos e fanfarrões. Quando os reverendos Jerry Falwell e Pat Robertson debateram na televisão se os ataques de 11 de Setembro foram uma punição de Deus contra as feministas, os gays e os secularistas, Deus deveria tê-los processado por difamação.
Anteriormente, Falwell defendera que a AIDS é “o julgamento de Deus sobre a promiscuidade”. Esta presunção religiosa permitiu que o vírus da AIDS se espalhasse, constituindo uma imoralidade maior do que tudo o que poderia acontecer nas saunas gays. Em parte, por causa desta postura bem-pensante, todo o movimento evangélico frequentemente foi condenado pelos progressistas como reacionário, míope, irracional e até mesmo imoral.
Entretanto, esse menosprezo casual é profundamente injusto, se considerarmos o movimento como um todo. Ele reflete um tipo de intolerância às avessas, às vezes um fanatismo às avessas, dirigido contra dezenas de milhões de pessoas que na realidade se envolveram cada vez mais na luta contra a pobreza e na defesa da justiça global.
Essa linha compassiva da corrente evangélica foi dotada de bases extremamente sólidas pelo reverendo John Stott, um moderado estudioso inglês que influiu de maneira muito mais importante no cristianismo do que astros da mídia como Robertson ou Falwell. Stott, que morreu há alguns dias aos 90 anos, foi incluído na lista das cem pessoas mais influentes do globo da revista Time. Em termos de estatura, às vezes foi considerado o equivalente do papa entre os evangélicos de todo o mundo.
Stott não pregou acenando com a ameaça das penas do inferno numa rede cristã de televisão. Ele foi um humilde estudioso cujos 50 livros aconselham os cristãos a emular a vida de Jesus – principalmente sua preocupação com os pobres e os oprimidos – e a se opor a mazelas sociais como a opressão racial e a poluição ambiental.
“Os bons samaritanos sempre serão necessários para socorrer os que foram assaltados e roubados; entretanto, seria melhor acabar com os bandoleiros na estrada de Jerusalém a Jericó”, escreveu Stott em seu livro A Cruz de Cristo. “Por isso, a filantropia cristã em termos de alívio e ajuda é necessária, mas muito melhor seria um aprimoramento a longo prazo, e nós não podemos fugir da nossa responsabilidade política e da necessidade de participar da transformação das estruturas que inibem este aprimoramento. Os cristãos não podem olhar com tranquilidade as injustiças que arruínam o mundo de Deus e degradam suas criaturas”.
Stott deu exemplos das injustiças contra as quais os cristãos precisam lutar: “os traumas da pobreza e do desemprego”, “a opressão das mulheres”, e na educação, “a negação de iguais oportunidades a todos”.
Para muitos evangélicos que sempre se retraíam quando um “televangélico” ganhava as manchetes, Stott era um guru intelectual e uma inspiração. Richard Cizik, presidente da Nova Igreja Evangélica Parceria para o Bem Comum, que trabalhou heroicamente para combater desde o genocídio até a mudança climática, me disse: “Contra a charlatanice e a irracionalidade no nosso movimento, Stott permitiu afirmar que você é “evangélico” e não deve se arrepender”.
O reverendo Jim Wallis, diretor de uma organização cristã chamada Sojourners (Os visitantes), que trabalha em prol da justiça social, acrescentou: “John Stott foi o primeiro líder evangélico importante que defendeu o nosso trabalho na Sojourners”. Stott, que foi um aluno brilhante em Cambridge, também ressaltou que a fé e o intelecto não precisam ser conflitantes. Há muitos séculos, o estudo profundo da religião era extraordinariamente exigente e rigoroso; por outro lado, qualquer um podia declarar-se cientista e passar a exercer a alquimia, por exemplo. Hoje, é o contrário. Um título de doutor em química exige uma formação rigorosa, enquanto um pregador pode explicar a Bíblia pela televisão sem dominar o hebraico ou o grego – ou mesmo sem mostrar interesse pelas nuances dos textos originais.
Os que se denominam líderes evangélicos revelam-se hipócritas, transformando Jesus em lucro em lugar de emulá-lo. Alguns parecem inclusive homofóbicos, e muitos que se declaram “a favor da vida” parecem pouco preocupados com a vida humana depois que ela sai do útero. São os pregadores que aparecem nas manchetes e são menosprezados.
Escrevendo sobre a pobreza, as doenças e a opressão, encontrei outros ainda. Os evangélicos estão desproporcionalmente dispostos a doar o dízimo do que ganham a obras de caridade, em geral ligadas à igreja. O mais importante é que se procuramos nas linhas de frente, nos EUA ou no exterior, nas batalhas contra a fome, a malária, as violações nas prisões, a fístula obstétrica, o tráfico de pessoas ou o genocídio, alguns dos mais corajosos que encontramos são cristãos evangélicos (ou católicos conservadores, que a eles se assemelham de muitas maneiras) que vivem verdadeiramente a sua fé.
Não sou particularmente religioso, mas reverencio os que vi arriscando sua vida dessa maneira – e me enoja ver esta fé ridicularizada em coquetéis em Nova York.
Por que tudo isto é importante?
Porque tanto as pessoas religiosas quanto as seculares fazem um trabalho fantástico em questões humanitárias – mas elas frequentemente não trabalham juntas em razão das suspeitas mútuas. Se pudermos superar este “abismo divino”, poderemos progredir muito mais no combate às mazelas do mundo.
E esta seria, realmente, uma dádiva divina.

sábado, 20 de agosto de 2011

Contrários

Estou acordado,são 02:14 da manhã e como sempre sem sono, e fui invadido por esta musica do Padre Fabio de Melo.
Muito interessante a musica,chama-se Contrários, prestemos atenção na canção.
Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais

Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
precisou saber recomeçar

Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota algum motivo para lutar

E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer

Que o verso tem reverso
Que o direito tem o avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar

Que o perto tem distâncias
E o esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema, a solução
E o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.

Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar

Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar

Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer



Padre Fabio de Melo


Perdas Fazem Parte da Vida


Perdas Fazem Parte da Vida


Segunda Feira fui convidado para trazer uma palavra de conforto a uma familia que teve uma perda siginificativa, estive em um velorio, e estar em velório já em uma coisa estranha, e ver pessoas de luto, olhos tão cheios de lágrimas, corações sentidos, o que dizer?, que tipo de palavra menciona-se nesse momento? Na verdade quem perde, a fisionomia está interrogativa perguntando para Deus o porque, essas foram as palavras da filha, o que dizer queridos?.
Comecei dizendo que nenhuma palavra humana, poderia preencher a dor que eles estavam sentindo, e lembrei-me de várias passagens bíblicas de pessoas que tiveram também perdas, (As irmãs de Lázaro,o filho da viuva de Naim, a mulher que foi atrás do profeta) só que no exemplo citado houve milagres eles foram ressucitados. Mais disse tambem que só o Espirito Santo pode confortar,trazer alívios para alma. A morte é um mistério, no andamento do velório um querido estava destribuindo um cartão da sua loja de funeral, ninguém quis pegar, as pessoas estavam horrorizadas, acharam aquele ato ruim para o momento, afinal ninguém quer morrer não é verdade?mais se fosse um cartão de plano de saúde todos pegariam, afinal todos queremos viver intensamente, quem é que não quer ver o céu se rasgar e poder ver a volta de Cristo, será isso utopia?, o que esperamos do mundo? Entendo que perdas e danos fazem parte da nossa vida.
 Alexandre Reis

Olhar para o céu é o nosso dever, trazer o socorro é providência Divina


Olhar para o céu é o nosso dever, trazer o socorro é providência Divina


19/08/11
São exatamente 01:44 da madrugada, estou completamente sem sono, na verdade prefiro pensar a noite, pois pela manha minha mente não desenvolve perfeitamente rsr. Pensando um pouco nas pessoas que tenho a oportunidade de conversar e trocar experiência tenho percebido que muita gente está doente na alma, acredito profundamente que um culto ou dois por semana não conseguem suprir a necessidade de uma grande massa pedindo por socorro.
O salmo 121 tem me tirado o sono, pois diante de nossos desafios diários, as grandes tempestades da vida e tantos e tantos "Golias" a serem vencidos, será que ele realmente é derrubado com uma funda? ou precisamos de algo a mais. Não estou descartando a oração de forma nenhuma, só estou dizendo que existem pessoas que só precisam ser ouvidas, colocar os seus gigantes para fora, seus medos e males e as nossas pseudo-religiões acham que em um simples estender de mãos resolve tudo, vocês acham mesmo líderes?. (Quando a oração só não basta/ ou dia escrevo algo sobre isso) vamos voltar........
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.
Gente nem tudo é demônio, quanta falta de discernimento(abra os olhos deles Pai), em um simples sentar e ouvir, um abraço você resolve grandes e terríveis males pois Deus usa isso também como socorro. Por mais que no mundo em que vivemos existam pessoas para nos fazer mal, a nossa cura está também no ser humano que pode nos fazer bem é o nosso socorro é a maneira pelo qual o divino materializa-se, isso é lindo na divindade. O desespero humano só acaba quando Deus usa um ser humano, uma musica e tantas e tantas outras coisas em forma de socorro. o problema é que talvez queremos fogo, anjo etc....
As vezes tudo parece impossivel, o mar parece que vai nos afogar, as ondas vem e qurerm derrubar a nossa fé e nos levar ao desespero, pensamos que o nosso problema é grande e esquecemos a grandeza de Deus, já totalmente desanimado de clamar pensamos que ele não nos ouve, está tudo tão calado, e sem percebermos dá uma vontade de chorar, as vezes parece que vamos literalmente naufragar. Nesse exato momento de devastação da vida, talvez em uma atitude de desespero gritamos esbravejamos e nada acontece, e em um simples olhar para o alto existe alguém piscando para você (Deus), vem o socorro, vem balsamo, o alívio, pois Deus usa de várias formas para nos trazer o escape como também a solução para o fim do sofrimento. Deus pode fazer infinitamente mais. Pois é guando olhamos para o céu vem o socorro, olhar para o céu é o nosso dever, trazer o socorro é providência divina, e para nos socorrer ele usa pessoas, que são anjos sem "asas". De onde me virá o socorro? lembra do chapolim colorado? pois o nosso herói não está absoleto, não é medroso nem morreu e nem está esquecido como chapolim, Ele é o criador dos céus e da terra, Ele é o Deus do impossível.
Boa noite, 02:30, não vou dormir agora, vou ler um livro, afinal a noite não foi feita para dormir e sim o dia. (rsrrsr)
Alexandre Reis

Fragilidades da vida


Fragilidades da vida


20/08/11
Fragilidades da Vida
 Quem é que nunca passou por momentos de desvalorização, de fraquezas humanas, olhar para a sua própria vida e ver tudo parado, tudo estaguinado, ver as impossibilidades. Tudo parece impossível (como diz a canção) do Tales Roberto
 Teoricamente na sua vida está tudo errado, mas na vida daqueles que não servem a Deus vai tudo muito bem.  Então você pensa opa tem alguma coisa errada, e as limitações que estão dentro de nós começa a questionar aonde esta Deus.  E esses mesmos questionamentos que nós fazemos, alguém na bíblia chamado Asafe também fez.  Ora quem foi asafe, um ser humano como nós, um homem que tinha ofícios, que tinha ministério na casa do Senhor, mas que passou por crises.
 Asafe questiona a prosperidade dos ímpios.
 Ele vê que, aqueles que não buscavam a Deus prosperarem, e quando ele olha para a sua vida, um  homem que continuamente esta dentro da casa de Deus não prosperava, e acredito que no mais intimo do seu ser ele diz: Senhor tem alguma coisa errada.  Queridos e isso é serio por que  estamos vivendo em um contexto de que se você crente não esta dentro de um padrão que muitas igrejas dizem que você dever ter, Deus está longe de você.  Isso automaticamente faz que pessoas se frustrem com Deus, por que você não tem carro importado, não tem uma conta bancária cheia, Deus não está contigo. Isso faz com que a fé dessa pessoa pereça.  Esse era o momento na vida de Asafe, ver a prosperidade dos ímpios, talvez esse seja o seu momento, um servo de Deus, que talvez esteja todas as quartas e domingos na igreja e teoricamente nada acontece.  E tem servos de Deus trocando de lugar com ímpios, e um dia o ímpio vai querer trocar de lugar com você.  O que você tem buscado? O bem mais precioso você já tem que é a sua salvação em Cristo Jesus.  O prazer do ímpio esta na sua riqueza, nos prazeres do mundo. Um jovem rico disse para Jesus, olha o que posso fazer para alcançar a salvação, desfaça da sua riqueza disse Jesus, e o jovem rico não aceitou, Jesus amava aquele jovem, mas a riqueza dele o levou para o inferno. Mesmo diante dos questionamentos coloque a sua confiança e esperança no Senhor. Há um lugar melhor para nós, há uma prosperidade melhor para nós e esse lugar é no Senhor.
 Valorize a sua salvação.
Alexandre Reis

Kipah


KIPAH

2011-08-14 18:49
 Kipah, palavra hebraica, significa abóbada, cúpula, coifa,destinando-se a cobrir o topo da cabeça masculina, hábito israelita com primórdios na época de Moisés. Sendo um símbolo religioso obrigatoriamente constituinte do vestuário masculino ao se freqüentar a Sinagoga, é também um símbolo de reconhecimento entre os seus, podendo ser usado na vida comum. É portanto um símbolo de veemência na convicção religiosa e orgulho(no bom sentido) de ser judeu. Ora do anterior se depreende que, sem o homem ter a cabeça coberta, alem de não poder entrar num Templo, não poderá invocar o nome do Senhor do Mundo, estudar a Torah, celebrar ato religioso ou até recitar uma bênção. D´us estipulou Moisés como seu mediador perante os gentios, pelo que seus sucessores sacerdotes usavam o Kipah como símbolo principal de sua função, mas o costume alastrou nas comunidades, na comum intenção de respeito ao Altíssimo.

O nome de Yeshua


O nome de Yeshua


15/08/11
O nome Yeshua é uma derivação no nome Yehoshua, que foi traduzido para o português como Josué. O nome Yeshua, por sua vez, foi traduzido para o português como “Jesua” (Esdras 2:2), e passou a ser mais usado no exílio babilônico. Yeshua significa “D’us é salvação” ou “D’us salva” e pronuncia-se “Ieshua”. As suas iniciais “YE” são as iniciais do nome secreto de D’us, o tetragrama, aquele nome que foi revelado a Moisés na “sarça ardente”, que significa “Eu serei o que serei”. “SHUA” tem sua raiz no termo hebraico “Yasha”, que tem o significado de salvação. Quando pronunciamos Yeshua, estamos dizendo: D’us é salvação ou D’us salva, porém, estamos dizendo isto de uma forma especial e singular, porque estamos pronunciando as iniciais do nome secreto de D’us, o tetragrama.
Em Mateus 1:21, um anjo do Senhor se revelou a José e deu instruções para que ele colocasse o nome de Yeshua no menino que havia de nascer, pois disse: “Ele salvará”. Traduzindo a frase para o hebraico, o anjo disse: “Chamarás o seu nome Yeshua (D’us é salvação) porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Em outras palavras, Yeshua é a salvação de D’us para todo aquele que recebe o seu testemunho. Nas nossas Bíblias, o nome citado é Jesus, mas, obviamente, isto é apenas uma adaptação, pois na época nem existia a língua portuguesa como é falada em nossos dias, na verdade o português arcaico data do século treze após a vinda do Mashiach. O termo Jesus é uma adaptação do termo “Iesous” do Grego, que por sua vez já é uma adaptação do nome Yeshua. Nos manuscritos semitas do novo testamento, alguns dos quais datam da mesma época dos manuscritos gregos, encontra-se o nome Yeshua.Yeshua antes de tabernacular entre nós em um corpo físico, se manifestava num corpo espiritual e às vezes era chamado de: “O Anjo do Senhor”. Em uma de suas manifestações, o Eterno revelou que o Seu nome estava nele. Ele disse: “Eis que Eu Envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado. Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques a ira; porque não perdoará a vossa rebeldia; porque o Meu Nome está nele” (Êxodo 23:20,21). Observe que este anjo é especial, pois tem o poder de condenar e de perdoar, e esta autoridade é exercida apenas pelo Todo Poderoso. Mas o Pai, o D’us Eterno, a delegou também ao Seu Filho Unigênito, Yeshua Ha Mashiach. Isto respalda ainda mais a nossa ênfase no uso do nome original do nosso salvador, pois foi dado a ele pelo seu próprio Pai, o D’us vivo, que mesmo antes de tê-lo enviado a terra, já lhe chamava por este nome, como fica evidenciado no texto que lemos acima. Nos nossos dias, o nome do Mashiach é pronunciado de diferentes formas. Em português é uma pronúncia, em inglês é outra, em espanhol é diferente das duas citadas, e ainda há outras formas de pronunciar e escrever nas mais diferentes línguas e dialetos. Mas sem dúvida o seu verdadeiro nome é Yeshua, aquele nome que foi dado a ele pelo próprio Pai, e transmitido a José pelo anjo, antes dele nascer, ou melhor dizendo antes de se manifestar em um corpo físico.
O D’us e Pai do nosso Senhor Yeshua Ha Mashiach, deu um nome ao Seu Filho, que é sobre todo o nome: “Pelo que também D’us o exaltou sobremaneira e lhe deu um nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Yeshua se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Yeshua Ha Mashiach é Senhor, para glória de D’us Pai” (Filipenses 2:9,10). Ora, quem dá é maior do que quem recebe, como está escrito em 1 Coríntios 15:28. “E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, também o mesmo Filho se sujeitará Àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que D’us seja tudo em todos”. Logo, este nome que foi dado ao Filho, Yeshua, tinha que conter também o nome Daquele que sujeitou a ele todas as coisas. Em hebraico o nome Yeshua tem quatro letras, que é o mesmo número de letras do nome do Eterno, que por este motivo ficou conhecido como o tetragrama. Das quatro letras do nome do Eterno, duas delas estão no nome Yeshua, e estão posicionadas exatamente no mesmo lugar, como ilustrado a seguir:
Yeshua: (colocar em hebraico) - (yod,shim,vav,ain)
Eterno: (colocar em hebraico) - (yod, hei, vav,hei)
Após este estudo, alguns poderiam perguntar: Se eu fui batizado em nome de Jesus, eu estou salvo ou preciso passar pelo batismo de novo? A resposta é simples, se isto foi feito com inteira sinceridade e entrega, claro que o seu batismo foi legítimo, porque ao pronunciar o nome de Jesus, houve a intenção genuína de se dirigir a Yeshua, o Filho de D’us. Mas devemos estar precavidos acerca de dois aspectos relacionados ao nome do Mashiach. O primeiro é que não se deve falar mal ou combater o nome Yeshua, pois nele está o nome de D’us e isto certamente acarretaria em problemas. O segundo aspecto é que, se sabemos agora a verdade, ou seja, que o verdadeiro nome do Mashiach é Yeshua, porque então continuar chamando-o de Jesus. Um dia todos o chamarão de Yeshua, quando ele voltar para reinar sobre todas as nações da terra. Ele reinará em Jerusalém e se assentará no trono de David. Que o D’us e Pai do nosso Senhor Yeshua Ha Mashiach te abençoe e seja gracioso para com você!

Yeshua não veio anular a lei


Yeshua não veio anular a lei


21/08/11
Yeshua não veio anular a lei, mas cumpri-la e revelar os princípios contidos nos preceitos. Ele veio nos salvar pela graça, suprindo isto através do seu sacrifício no madeiro. No momento em que somos salvos, a Torah (lei), ou seja, a instrução de D’us, é implantada em nosso coração e passa a ser um referencial, acerca do que é certo e do que está errado. Isto é operado pelo espírito de D’us que passa a habitar naquele que aceitou o testemunho de Yeshua, e se tornou um filho da luz. Certa vez, Yeshua disse: “Não pensem que vim abolir a Torah (Lei) ou os profetas. Não vim abolir, mas completar (tornar plena). Amém! Porque digo a vocês: até que o céu e a terra passem, um “yod” (menor letra hebraica) ou apenas um “traço” (pequenas linhas que formam as letras hebraicas), não passarão (não serão tirados) da lei, até que tudo venha a existência (sem cumpra). Conseqüentemente, quem declarar ilegal (destruir) apenas um dos menores mandamentos (mitzvot), e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no Reino dos Céus, mas quem observar (fazer) e ensinar será chamado grande no Reino dos Céus” (Mateus 5:17-19 – tradução literal). O Mashiach não veio anular a Torah, e enquanto houver o céu e a terra, nem a menor letra será abolida, como está escrito. A graça e a lei interagem e são na verdade inseparáveis. A lei nos revela que somos pecadores, a graça, por sua vez, nos concede a redenção, mas isto se houver genuíno arrependimento no nosso coração. A graça nos coloca no caminho do Eterno e a lei nos ensina como devemos andar na Sua presença. A Torah nos ensina aquilo que agrada a D’us e aquilo que é abominável aos Seus olhos. Na verdade, estamos lidando com leis espirituais que regem a relação do homem com D’us, com o próximo, com ele mesmo, com os animais, com os seres espirituais e com a terra e tudo que nela há.

Quando falamos de lei, obviamente não estamos falando de legalismo, que é uma maneira errada de lidar com a Torah. Na verdade, só com a presença do espírito de D’us, uma pessoa pode seguir a Torah da maneira correta, tendo como referencial o amor e a justiça do Eterno. Yeshua não foi contra a lei mas contra a maneira legalista de encarar a Torah. A palavra de D’us diz que a “letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6). Mas, por outro lado, não devemos desprezar a lei, pois na B’rit Chadashá há uma grave advertência acerca disto. O texto diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:21-23). Neste texto Yeshua não está falando de pessoas desviadas ou alheias a vida de D’us, pois nestes casos não poderiam exercer o poder de D’us. São pessoas que embora experimentaram a salvação e a unção do Espírito do Eterno, desprezaram os princípio de D’us e se deixaram voluntariamente levar por uma vida desregrada. A palavra iniqüidade no texto (anomos) tem origem do termo grego, “anomia”, que significa literalmente o ato de descumprir e violar a lei, ou a atitude de desprezo pelas leis do Eterno, já que lei em grego é “nomos”.

A Torah e os demais escritos da Bíblia são maravilhosos, mas a chave para entendê-los só pode ser revelada pelo Eterno, e isto ocorre pela operação do Seu espírito em nós. O termo: “Torah”, que normalmente é traduzido como “Lei” ou “Lei de Moisés”, significa literalmente “Instrução”, “ensino”. Na verdade a Torah, através dos cinco primeiros livros da Bíblia, revela a instrução dada por D’us de como devemos conduzir nossas vidas. Isto foi concedido primeiro ao povo de Israel, que se tornou depositário da Torah, e após a vinda do Mashiach se estendeu a todas as nações, que são representadas pelas pessoas que foram salvas e enxertadas na oliveira. A oliveira é Israel, no sentido da cultura espiritual concedida pelo Eterno, ou seja, os preceitos, os princípios, as bênçãos, as promessas e profecias que foram edificadas desde o tempo de Abraão. Os preceitos contidos na Torah, na verdade revelam princípios espirituais e eternos. O apóstolo Paulo disse certa vez: “De modo que a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom...Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado” (Romanos 7:12 e 14). Assim como existem leis naturais, também existem leis espirituais, e é disso que a Torah trata através dos preceitos que na verdade revelam princípios. Logo, quando estes princípios são quebrados, danos ocorrem na vida do transgressor, além de que a pessoa fica vulnerável aos ataques dos espíritos malignos. Costuma-se chamar isto de “brechas”, ou seja, fendas na nossa proteção, por estarmos fora da posição correta, fazendo aquilo que não agrada a D’us. Por outro lado, quando obedecemos a estes preceitos, estamos cumprindo princípios eternos, que inevitavelmente atrairão bênçãos sobre as nossas vidas. Em outras palavras, se quebrarmos leis naturais, como por exemplo à lei da gravidade, e nos precipitarmos de um lugar muito alto, isto nos causará danos e o mesmo acontece quanto às leis espirituais. Se a obediência atrai a bênção, a desobediência por sua vez atrai a maldição, como diz a palavra de D’us: “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; A benção, quando cumprirdes os mandamentos do Eterno vosso D’us, que hoje vos mando; Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Eterno vosso D’us...” (Deuteronômio 11:26-28b). É uma lei de semeadura, como lemos na B’rit Chadashá: “Não erreis: D’us não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Na B’rit Chadashá, entendemos que o sacrifício do Mashiach substituiu o sacrifício dos animais, aperfeiçoando-os, embora o princípio era o mesmo, ou seja, a necessidade de se derramar o sangue para expiação dos pecados. Yeshua na verdade fez um sacrifício perfeito, a fim de que o sangue derramado pelo corpo que Ele usou na terra, servisse permanentemente de expiação para todos aqueles que dele se aproximam, com um coração sincero e verdadeiramente arrependido. As suas primeiras palavras para o povo de Israel foram: “Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus” (Mateus 4:17). Mas tudo aquilo que não foi substituído, continua em vigor e é esperado que aqueles que tiveram uma genuína experiência de salvação e aceitaram o testemunho do Messias, sejam os primeiros a honrar e a guardar os mandamentos de D’us com todo o seu coração. Por isto o apóstolo João disse: “Aquele que diz: Eu o conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:4). Os mandamentos que João estava se referindo são os preceitos da Torah e ele deixou isto claro nos versículos seguintes, dizendo: “Irmãos, não voz escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes”. (1 João 2:7).

Voltando a tratar da relação da graça com a lei, existem duas passagens no livro dos profetas que definem com clareza a interação entre elas. Na verdade, como já foi falado, a Torah só será vivida de maneira plena e correta com a presença do espírito de D’us: “E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o Meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis” (Exequiel 36:26,27); “Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e Eu serei o Seu D’us e eles serão o Meu povo” (Jeremias 31:33). Observe que após o recebimento do espírito de D’us, a Torah se torna ainda mais viva, pois é escrita no coração de quem recebe. Podemos dizer que a Torah, o Novo Testamento e o restante dos livros da Bíblia estão em perfeita harmonia e revelam o plano de salvação de D’us para a humanidade.

Yeshua revelou muitos princípios eternos contidos na Torah e trouxe a luz o entendimento correto acerca de algumas questões de difícil entendimento. Como já vimos, a Torah tem como alvo o plano de salvação de D’us para o ser humano e, sendo assim, poderíamos dizer que a Torah aponta para o Mashiach, pois ele é o instrumento do Eterno, para trazer a salvação para Israel e para as nações. Há um versículo mal traduzido na maioria das bíblias, que ao ser traduzido de maneira correta, fala exatamente acerca disto. Em Romanos 10:4, se lê em algumas versões (com exceção da bíblia de Jerusalém): “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. A palavra “fim”, neste versículo, foi traduzida do termo grego “telos”, que tem o significado de “finalidade” ou “alvo” neste contexto. Em “1 Pedro: 1:9”, encontramos este mesmo termo, “telos”, numa formação de frase idêntica. O versículo diz: “Alcançando o fim da nossa fé, a salvação das vossas almas”. É obvio que em ambos os casos a tradução não está correta ou pelos menos induz ao erro. Colocar a frase “o fim da lei é Cristo”, demonstra uma tentativa de fundamentar uma doutrina equivocada de que o Messias de Israel veio anular a lei. Isto estaria em contradição com um versículo lido neste tópico, onde Yeshua afirma que não veio anular a lei, e que enquanto existir o céu e a terra, nada se omitirá da lei, sem que tudo se cumpra. Na verdade Yeshua não veio anular a lei, da mesma forma que a fé não anula a salvação. O termo “telos” nos versículos citados, tem claramente o sentido de finalidade ou alvo e de modo algum fim, no sentido de anulação ou término. Tendo em mente também que a palavra Torah foi traduzida como lei, mas na verdade significa literalmente instrução, como já falamos, traduziríamos corretamente os versículos citados da seguinte maneira: Em “Romanos 10:4” diríamos: “Portanto a finalidade da Torah é o Messias para justiça de todo aquele que crê”. Em outras palavras, a Torah aponta para o Messias, que por sua vez traz salvação para todo aquele que Nele confia. Quanto ao versículo que está em “1 Pedro 1:9” diríamos: “Alcançando a finalidade da vossa fé, a salvação das vossas almas”. Em outras palavras, a fé aponta para a salvação, que está fundamentada no sacrifício perfeito efetuado pelo Filho de D’us.

Então, se a Torah não foi abolida e não só Yeshua, mas também os apóstolos incentivaram o cumprimento destes preceitos, o que foi que o apóstolo Paulo tanto combateu? Isto trouxe tantos maus entendidos nas teologias formuladas posteriormente, as quais passaram a defender a extinção da lei pela graça. Em primeiro lugar estes maus entendidos começaram a ocorrer já no primeiro século, e isto está expresso nas palavras do apóstolo Pedro, que disse: “Falando disto, como em todas as suas cartas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição” (2 Pedro 3:16). Pedro estava dizendo que existem dois tipos de pessoas que distorcem as palavras de Paulo, as quais são denominadas de: indoutos e inconstantes. A palavra indouto significa uma pessoa que não tem instrução, e neste caso é evidente que Pedro está falando de pessoas que não conhecem a Torah ou a cultura bíblica-judaica e usam as palavras de Paulo sem entendimento, ou tendo um referencial equivocado, como a filosófica grego-romana. O tipo de pessoa inconstante é aquela que não está disposta a se sujeitar a D’us, e formula argumentos para justificar os seus erros ou a não observância daquilo que lhe é difícil e penoso. Se isto já era um problema na igreja do primeiro século, nos últimos dias será a maior fonte de falsas doutrina que resultarão na apostasia, ou seja, no afastamento da sã doutrina e na formulação de teologias permissivas que relativizam praticamente tudo e pregam a completa extinção da lei. Lemos isto no conselho do próprio apóstolo Paulo a Timóteo: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, amontoarão para si doutores (professores, mestres) conforme as suas próprias concupiscências (desejos da carne)” (2 Timóteo 4:3). Em outras palavras, homens hábeis que enganam com astúcia por interesses próprios, ou homens que aparentemente tem boas intenções, mas encobrem até de si mesmos, intenções contaminadas também por interesses próprios, pela vaidade ou por comodismo, e assim, tanto um como o outro, se tornam professores de enganos, falando o que as pessoas querem ouvir, ao invés do que as pessoas precisam ouvir. Nenhum profeta ou servo de D’us foi muito popular, ou permaneceu popular por muito tempo, pois a Palavra Divina embora tenha o propósito de gerar vida espiritual, e proporcione benefícios nesta vida transitória, no começo ativa um processo de transformação que culmina na morte para o ego, a fim de gerar vida e bênção. Este processo de transformação não se constitui em hipótese alguma uma experiência agradável, embora produza a médio ou longo prazo sentimentos de verdadeira e permanente felicidade.

Respondendo agora a pergunta, o que o apóstolo Paulo combateu e o próprio Messias Yeshua também o fez foi em primeiro lugar à atitude legalista, sem substância espiritual, que na verdade é uma maneira carnal de tentar obedecer aos mandamentos. O legalista está contaminado pelo orgulho e tem a atitude de menosprezar as outras pessoas, por se considerar mais santo do que os outros. O legalista na verdade não tem profundidade espiritual e sua fé está fundamentada apenas em conceitos mentais, na letra da lei e não no espírito da lei. Isto porque não tem uma experiência vívida com o Eterno, e assim valoriza mais o rito do que o sentimento espiritual, a religiosidade mais do que a experiência com D’us, a tradição mais do que a Palavra de D’us. Esta atitude pode ocorrer com qualquer pessoa, mesmo alguém que não acredite na Torah, mas é legalista quanto à doutrina que professa, seja ela qual for.

O segundo aspecto a ser combatido são as tradições humanas que foram formuladas pelos rabinos, para cercar os mandamentos, ou seja, para ajudarem no cumprimento dos mandamentos, em razão de algumas não terem sido inspiradas pelo Eterno, e acabaram trazendo um excesso de rituais e práticas religiosas. O problema com isto é que se perde o foco da Torah, que é substituída por várias práticas religiosas, que embora tenham a aparência de religiosidade, não causam uma transformação interior profunda, levando inevitavelmente a hipocrisia e a uma rigidez excessiva. Yeshua certa vez disse algo, citando o texto que está no profeta Isaías capítulo 29, versículo13: “Este povo se aproxima de Mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mateus 15:8). Mas, é bom ressaltar que existem também boas tradições, que estão em concordância com os princípios da Torah, como lemos na B’rit Chadashá: “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por carta nossa” (2 Tessalonicenses 2:15).

Por tudo isto, é sumamente importante haver uma restauração na igreja do Messias, acima de tudo para valorizar a palavra de D’us como um todo. A restauração também abre a porta para um tempo de restituição, e muitos conhecimentos que haviam sido tirados da igreja, agora voltam a ser acessíveis, justamente nesta época que antecede a segunda vinda do Messias Yeshua. A Torah é um tesouro que está sendo restituído para a igreja e devemos estudá-la diligentemente, pois tudo o que o Mashiach fez e falou está fundamentado na Torah. Em outras palavras, a Torah é o pano de fundo de todo o ensinamento do Messias. Certa vez ele disse: “Por isso, todo o escriba instruído acerca do Reino dos Céus é semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas” (Mateus 13:52). É preciso ter um equilíbrio entre o conhecimento e a manifestação do poder de D’us, para andarmos de maneira segura na presença do Eterno. O Mashiach certa vez disse: “Yeshua, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de D’us” (Mateus 22:29). Vamos voltar as veredas antigas e fazer aquilo que agrada ao Eterno. No livro de Salmos encontramos uma palavra muito encorajadora: “Muita paz tem os que amam Tua Torah, e para eles não há tropeço. (Salmos 119:165)”
Obs.: Aprenda sobre a aplicação dos preceitos, quais são exclusivos para Israel, quais são obrigatórios para a Igreja e quais são universais, aplicáveis a todos e muito mais sobre deste assunto na apostila do nosso seminário: “A Revelação da Torah para a Igreja do Mashiach e a Interação entre Lei e Graça”
Marcos Andrade Abrão
Líder da Congregação Judaico Messiânica: Beit Adonai Shamá (O Eterno está ali!).
Presidente do Ministério Pedras Vivas.

Yeshua e Yochan Ben Zakai


Yeshua x Yochanan Ben Zakai


2011-08-21 00:37
 Rabino Yeshua e Rabino Yochanan Ben Zakai
Índice:
O que faz um rabino
Critérios para ser um Rabino
Yochanan ben zakai
Yeshua
Yeshua e a escola de Hilell
Posicionamento de Yeshua e Yochanan (Oséias 14.2)
Comentário do Livro de Oséias (visão pessoal)
Conclusão (Alexandre Reis)
          
Gostaria de dar um panorama completa deste trabalho, com isso seguiremos o índice acima para uma maior compreensão

O que faz um rabino
            A vocação de Yeshua era rabino. Ele era um rabino de Galil (Galiléia), com muitos admiradores e seguidores. Só estes fatos já nos dizem muita coisa sobre quem o rabino Yeshua realmente é. Naqueles dias, o termo "rabino" ainda não tinha o significado de hoje. Hoje em dia, "rabino" é um termo usado automaticamente para quem se forma em uma Yeshiva (instituição rabínica). O termo "rabino" era um termo respeitoso para um grande professor. É neste contexto que devemos procurar entender o rabino Yeshua.
            Felizmente, a literatura judaica preservou para nós uma grande riqueza em termos de tradições, ensinamentos, parábolas e histórias de grandes rabinos do Judaísmo da mesma era que Yeshua (isto é, da Era do Segundo Templo). Ao compararmos as palavras, as vidas e as aventuras de outros rabinos contemporâneos de Yeshua, conseguimos aprender bastante sobre o que significava ser um rabino no Primeiro Século.

            A função de um rabino no início do Judaísmo era a de transmitir os ensinamentos (ou seja, a Tora) para a próxima geração. O livro de Pirkei Avot ("A Ética dos Pais") começa com estas palavras "Moshe (Moisés) recebeu a Tora do Sinai e a transmitiu a seu talmid (discípulo) Yehoshua (Josué) e aos anciãos; os anciãos aos profetas, e os profetas os homens da grande assembléia (geração de Ezra / Esdras)." (Avot 1:1)
O padrão de professor-discípulo para transmissão da Tora e do conhecimento de D-us foi estabelecido desde de o início da história, e temos como primeiro exemplo mais concreto a Moshe e Yehoshua (Moisés e Josué). Aos professores de cada geração era confiada a tarefa de fazer talmidim (discípulos) e formar futuros professores para a próxima geração. Geração após geração, de professor a aluno, os ensinamentos da Tora eram transmitidos. Um rabino do Judaísmo do Primeiro Século era dedicado exatamente a esta função (como é considerado função de um rabino até hoje) ensinar a Tora de D-us. O propósito de sua vida era explicar a Tora em termos práticos e comunicar o conhecimento de D-us para a geração seguinte.
Critérios para ser um Rabino
      "Os Homens da Grande Assembléia disseram três coisas `Seja deliberado em seu julgamento, forme muitos talmidim (discípulos), e faça uma cerca para a Tora." Esta era a função de um rabino do Primeiro Século.
I – Ser deliberado no julgamento: A função de um rabino era ser cuidadoso ao  tomar uma decisão legal ou ao interpretar as Escrituras. Ele tinha que cuidadosamente examinar todas as evidências. Quando lhe era perguntado algo sobre as Escrituras, ou quando tinha que tomar uma decisão como ancião ou juiz em uma corte, ou até mesmo ao tomar decisões sobre a observância da Tora (halacha), um rabino tinha que ser cuidadoso e deliberado. Um rabino levava as Escrituras a sério, e as estudava diligentemente para ser deliberado em seu julgamento.
II – Formar muitos talmidim (discípulos): A função de um rabino era a de formar muitos talmidim (discípulos). Ele tinha que passar as instruções a muitos alunos. Se ele não o fizesse, não haveria continuidade de geração em geração. Sem talmidim (discípulos), o estudo da Tora e o conhecimento do bem desapareceriam em uma passagem de geração, e a próxima geração cairia em apostasia. A função de um rabino era a de formar talmidim (discípulos) que por sua vez se tornariam professores e formariam outros discípulos, para que a Tora não se perdesse.
III – Fazer uma Cerca para a Tora: A tarefa de um rabino era a de proteger a Tora, ou seja, proteger os mandamentos para que o povo não caísse em pecado. Por exemplo, para que uma pessoa não cometesse adultério, os sábios fizeram uma cerca, dizendo que um homem não deveria ficar sozinho com uma mulher que não fosse sua esposa, para que não caísse na tentação do adultério. Alguns dizem que Yeshua condenou o princípio da cerca, mas na realidade o que Yeshua condenou foi o excessivo legalismo, e o peso que havia nos exageros sobre as leis de cerca. Como em tudo na vida, o ser humano tem a tendência a cometer exageros, e as leis de cerca, que eram um conceito válido e muito interessante, tornaram-se um peso muito grande. Em seu ministério, Yeshua foi um rabino completo, cumprindo os três critérios acima. Ele foi deliberado em sue julgamento, tomando decisões brilhantes a respeito da interpretação da Tora. Ele formou muitos talmidim (discípulos), mais do que qualquer outro rabino jamais o fez. Além dos Doze Apóstolos, ele tinha centenas de alunos devotos, e milhares de pessoas que ouviam aos seus ensinamentos. Ele fez cercas para a Tora, por exemplo quando disse que alguém que sequer olha para uma mulher com desejo já cometeu com ela adultério no coração. Ou quando disse para não fazermos juramentos, mas que o nosso sim seja sim e o não seja não. Nestes dois exemplos, ele fez cercas para os mandamentos de adultério, e para alguns mandamentos relacionados ao falar (i não levantar falso testemunho, leis acerca de juramentos, não tomar o nome de D-us em vão, etc.). Vemos então que Yeshua era um rabino completo.

Quem foi Yochanan Bem Zakai
            O professor judeu Yochanan ben Zakkai  foi o principal expositor da lei judaica de seu tempo. Ele fundou uma academia importante emYavneh.
Johanan ben Zakkai was the youngest among the numerous disciples of the great Hillel and also of Hillel's opponent Shammai .            Yochanan ben Zakkai era o caçula entre os numerosos discípulos de Hillel grandes e também do adversário Hillel Shammai. Assim, parece que Yochanan nasceu cerca de 15 aC Ele evidentemente viveu até uma madura velhice, pois ele havia sobrevivido à destruição do Templo Sagrado, em Jerusalém (AD 70). A tradição fala de seu tempo de vida de 120 anos. Sua mente brilhante e diligência lhe permitiu tornar-se familiarizado com todos os campos de estudos judaicos.
            Yochanan ben Zakkai era um membro do Grande Sinédrio, em Jerusalém, a montagem de 71 estudiosos ordenado que tanto o tribunal funcionava como supremo e como legislador. Nesse corpo, Yochan, líderes  e seus colegas muitas vezes debatida sobre as questões da lei judaica.Enquanto em Jerusalém, ele também presidiu a uma importante yeshivá. Yochanan, previu que os judeus não podiam ser vitorioso em sua luta desesperada contra o Roma, ele estava determinado, no entanto, que o judaísmo não deve perecer , mesmo se o Estado judaico e o Templo foram destruídos.
While Jerusalem was under siege, Johanan was unable to receive permission to leave the city.           Enquanto Jerusalém foi sitiada, Yochanan foi incapaz de receber permissão para deixar a cidade. Ele tinha portanto seus alunos, para levá-lo para fora de Jerusalém, em um caixão, presumivelmente para o enterro. Uma vez fora da cidade, Yochanan foi ver Vespasiano e pediu ao general romano para poupar a cidade de Yavneh, na costa mediterrânea, juntamente com os seus estudiosos. Segundo a tradição talmúdica, Yochanan, previu para Vespasiano, que logo seria escolhido imperador, e quando isso se tornou realidade, Vespasiano concedeu o rabino seus pedidos. Este foi um ponto de virada na história judaica, pois nesta importante cidade de Yavneh, Yochanan estabeleceu uma academia que tinha enorme influência.
Johanan was not formally designated as Nasi, prince or head of the Sanhedrin , probably because he was not a descendant of Hillel or of Davidic stock, as Hillel was.            Yochanan não foi formalmente designado como Nasi, príncipe ou cabeça do Sinédrio , provavelmente porque ele não era um descendente de Hillel e de ações de Davi, como Hillel era. Ele, no entanto assumiu as funções deste cargo e o título de Raban, que significa "nosso mestre", que era comumente ligado ao posto de Nasi. Yavneh substituindo Jerusalém como a nova sede do Sinédrio reconstituído, que restabeleceu a sua autoridade e se tornou um meio de reunir judeus.
                                                   Quem foi e quem é Yeshua
            Ele nasceu de uma mãe judia, e pertenceu a uma típica família judaica. Como todo filho homem judeu, fez o seu Brit Milah, ou seja, foi circuncidado ao oitavo dia. De acordo com a tradição judaica, recebeu o seu nome no dia em que foi circuncidado, como os judeus o fazem até hoje. Ele recebeu o nome de Yeshua. O nome foi dado porque Yeshua significa "salvação". Yeshua recebeu a missão de salvar o Seu povo de todos os seus pecados. Yeshua foi criado como judeu numa comunidade que seria equivalente ao que é hoje uma comunidade judaico-ortodoxa. Yeshua não simplesmente "nasceu sabendo" tudo o que ele sabia. Lembre-se de que Ele se desfez de Sua glória para se tornar humano. Não foi por acaso que o Pai o colocou naquele local. Yeshua aprendeu de perto com alguns dos maiores rabinos daquela época.
            Yeshua foi educado como um parush (fariseu). Certamente que tal educação influenciou suas disputas teológicas com algumas escolas farisaicas. Ao contrário do que muitos crêem, Yeshua não era contra todos os fariseus, mas tinha disputas sérias com os p'rushim (fariseus) da escola de Shammai, que eram extremamente legalistas.
            Sua vida na comunidade judaica foi absolutamente normal. Conforme o  costume judaico, ele observava todas as festas bíblicas, e buscava ao Pai no Shabbat, o dia que o Eterno desde a fundação do mundo estabeleceu como Seu dia. 
            Yeshua tornou-se um respeitado rabino. Para alguém se tornar um rabino, é necessário (até hoje) muito estudo. Este foi certamente um dos motivos (ou talvez "o" motivo) de Seu ministério só ter se iniciado por volta dos 30 anos. Ele ensinava a partir do Tanach (Tanach significa: Torah, Nevi'im / Profetas, e Ketuvim / Escritos).

            Ao contrário do que aparece nos filmes, a grande maioria dos discípulos de um rabino eram meninos, bastante jovens. Com Yeshua não era diferente. Vemos até mesmo pela idade em que morreram que os discípulos de Yeshua tinham entre 13 e 20 anos, no máximo. Eram meninos inexperientes.
            Infelizmente, ao longo dos séculos, a figura de Yeshua transformou-se no "Jesus anti-semita" que encontramos primeiro na igreja de Roma, mas que depois foi herdada por muitas outras igrejas. A teologia anti-judaica e a premissa de que não é importante vivermos conforme as leis do Eterno nada tinha de semelhante com a pregação do rabino Yeshua, um grande judeu que viveu o pleno cumprimento da Tora.
            Yeshua é um judeu, viveu como judeu, morreu como judeu, e de acordo com Ezequiel, continuará a ser o Sumo Sacerdote segundo a ordem de Malki Tzedek, oficiando no Templo (judaico) de Jerusalém. Tão precioso sangue de Yeshua, derramado por nossos pecados na cruz, era sangue judeu. E a placa acima de sua cruz dizia: "Yeshua de Natzeret, Rei dos Judeus".
Yeshua e a escola de hilell
            Os ensinamentos de Yeshua se assemelharam muito com a linha da escola de Hillel (embora houvesse alguns ítens de discordância, como a questão do divórcio por exemplo). Hillel, que viveu pouco tempo antes de Yeshua, foi um dos maiores judeus de toda a história, um grande rabino.

Veja o impressionante paralelo entre os ensinamentos de Yeshua e a Escola de Hillel:
1) A Escola de Hillel disse: "se alguém busca te fazer o mal, farás bem em orar por ele".
Yeshua disse: "Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem".
2) Em Menahot 4, no Talmud, encontramos o Rabino Shammai querendo fazer tzitzit mais largos do que os seguidores da Escola de Hillel (Menahot 4) Yeshua disse: "Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos homens; pois alargam os seus tefilim, e aumentam os tzitziyot dos seus mantos".  
 A Escola de Hillel disse: "Se o mundo inteiro estivesse reunido para destruir o yud, que é a menor letra da Tora, eles não seriam bem sucedidos". "Nenhuma letra da Tora jamais será abolida".
Yeshua disse: não penseis que vim abolir a Tora ou os profetas; não vim abolir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da Tora um só Yud ou um só traço, até que tudo seja cumprido.
4) A Escola de Hillel disse: "Aquele que é misericordioso para com os outros receberá misericórida do Céu" (Talmud)
Yeshua disse: "Benditos os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.

5) A Escola de Hillel disse: "Eles falam 'Remova o cisco do seu olho?' Ele retrucará, 'Remova a trave do seu próprio olho" (Talmud).
Yeshua disse: "E por que vês o cisco no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
6) A Escola de Hillel disse: "É lícito violar um Shabbat para que muitos outros possam ser observados; as leis foram dadas para que o homem vivesse por elas, não para que o homem morresse por elas." Todas as seguintes coisas eram lícitas no Shabbat, segundo a escola de Hillel (os p'rushim que debatiam com Yeshua certamente eram da escola de Shammai): salvar vidas, aliviar dores agudas, curar picadas de cobra, e cozinhar para os doentes.
Yeshua disse: "Então lhes perguntou: É lícito no Shabbat fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida ou matar? Eles, porém, se calaram."  "O Shabbat foi feito para o homem, e não o homem para o Shabbat," . Além disto, os Rabinos da escola de Hillel freqüentemente citavam (Oséias) 6:6 para argumentar que ajudar os outros era mais importante do que observar ritos e costumes.
Yeshua disse: "e prosseguiu: O Shabbat foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Shabbat".
A respeito dos exageros nos rituais de purificação, um rabino da escola de Hillel, Yohanan ben Zakkai, contemporâneo de Yeshua, disse: "Na vida não são os mortos que te fazem impuros; nem é a água, mas a ordenança do Rei dos Reis, que purifica."
Os rabinos da escola de Hillel também eram partidários da tese de que é pela graça do Eterno que somos salvos, e não por mérito de obras: "Talvez Tu tenhas grande prazer em nossas boas obras? Mérito e boas obras não temos; haja para conosco em graça."
A Escola de Hillel também teve disputas com Saduceus a respeito da questão da ressurreição dos mortos. Veja o que o rabino Gamaliel, neto de Hillel e contemporâneo de Yeshua, disse, referindo os Saduceus (Deuteronômio) 11:21 ou Shemot (Êxodo) 6:4, a terra que Adonai jurou dar aos seus pais," o argumento é lógico e convincente: "Os mortos não podem receber, mas eles viverão novamente para receber a terra "
Yeshua disse: "Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moshe o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama a Adonai; Elohim de Avraham, e Elohim de Yitz'chak, e Elohim de Ya'akov. Ora, ele não é Elohim de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem".
O rabino Yochanan ben Zakkai também conta parábola semelhante à de Yeshua, a respeito de convidados de um rei para o banquete Messiânico, ao comentar  (Isaías) 65:13 e Eclesiastes 9:8.
O próprio Hillel disse: "Sejam discípulos de Aaron, amando a paz e perseguindo a paz, amando as pessoas e as trazendo para perto da Tora Yeshua disse:  Benditos os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Elohim.
"Uma nova mitzvah vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros." Yochanan
 A "Regra de Ouro" de Hillel: disse  ele "Não faça aos outros o que não deseja que façam a você: esta é toda a Tora, enquanto o resto é comentário disto; vai e aprende isto." Esta regra, que era a base de todo talmid (discípulo) da escola de Hillel, é citada explicitamente por Yeshua em: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a Tora e os profetas.
Analisados as funções, os critérios e tudo aquilo que está relacionado a um rabino, veremos agora o posicionamento de ambos no capitulo 14 de Oséias, versículo de nº2.
Posicionamento de  Yochanan (Oséias 14.2)
Yochanan
            O que era necessário para o culto sacrifical no templo? Yochanan sugeriu que a adoração no templo deveria ser substituída por ações benevolente; sob sua influência, a sinagoga era casa de estudo que substituiu o templo. O principio importante foi estabelecido para que o judaísmo não dependa da sua existência na terra ou no santuário, mas sim sobre a preservação da herança espiritual judaica. A tora e seus ensinamentos. Este princípio desempenha um papel fundamental na sobrevivência do judaísmo na Diáspora.
            Ele ensinou que o melhor atributo que um homem pode possuir é um bom coração, que ele acreditava que inclui todas as outras virtudes. Suas atitudes nobres e doutrinas feitas Yochanan foi o professor mais reverenciado de seu tempo.
Posicionamento de Yeshua (Oséias 14.2)
Yeshua
            o que Yeshua estava dizendo, conforme a citação de Oséias, não é a anulação de sacrifícios, mandamentos dado por YHWH, visto que o próprio yeshua e os discípulos sacrificavam no templo. O que ele queria dizer, é que um mandamento sem a sinceridade do coração, de nada vale.
            Embora a obediência é a parte fundamental de quem deseja ter um relacionamento profundo com YHWY, ela começa no coração. O nosso coração precisa estar desejoso de obedecer ao eterno. Ritos e ações não sinceras se transformam em religiosidade. Era exatamente essa a opinião de Yeshua. Ele por várias vezes repreendeu os fariseus por serem religiosos.
            Serviram ao Eterno exteriormente. Seus corações estavam distantes da verdadeira obediência.
Conclusão
            O livro de Oséias apresenta-nos a intensa rogativa de um gigante espiritual, profundamente consagrado à tarefa de salvar a nação pecadora. Com autêntica solicitude, o pregador busca, repetidamente, conseguir a convicção e o arrependimento do povo a fim de que os escolhidos de Deus se sintam obrigados a voltar ao lar e ali achar o amor, o perdão e a cura. Com fidelidade, Oséias mostra graficamente os aspectos essenciais da verdadeira religião. Carregando nas tintas, lida com o pecado e seus resultados trágicos na vida humana, fala do juízo destrutivo e do inesgotável amor com seus tesouros indizíveis para o homem e para a mulher, trata da verdadeira natureza do arrependimento, da salvação certa que será proporcionada e do pleno perdão de Deus a todos quantos se arrependerem autenticamente com sincera fé. O veemente o evangelista conhece seu povo. Sabe que é derramar lágrimas abundantes enquanto sua esposa infiel chafurda cada vez mais no pecado. Conhece a profundidade do amor e a boa vontade de amar sinceramente, de perdoar, de dar as boas-vindas e de restaurar. Tem consciência da sagrada profundidade do amor no coração de Deus. Dia após dia lança seu desafio pessoal, penetrante e poderoso aos recalcitrantes pecadores que devem voltar para Deus. Mediante a pregação deste profeta, Deus convida seu povo errante a regressar. Oferece-lhe misericórdia e perdão, a graça é abundante, a salvação os espera. É assombroso encontrar neste século do Antigo Testamento tanta mensagem do Novo e descobrir o apelo fundamental do verdadeiro evangelista. Todas as notas estão ali. Toda esfera é descoberta. Faz-se todo tipo de apelo. É a forma como Deus se manifesta.
Posicionamento Pessoal de Alexandre
         Este último capítulo é um imperturbável registro sobre a terna misericórdia de Deus para com um povo arrependido. Daremos como bezerros os sacrifícios dos nossos lábios. "Em lugar de sacrificar bois, ofereceremos nossos lábios"; isto é, a confissão de nossa culpa.O versículo 3 confessa os três principais pecados de Israel: confiança na Assíria; confiança no Egito (a "terra dos cavalos"); e idolatria. O arrependimento é aceito e Deus se apresenta graciosamente para ajudá-los, em amor e misericórdia. Ele florescerá como o lírio, visto que o lírio é o símbolo da pureza que substituirá a corrupção. Espalhando as suas raízes como o Líbano é o símbolo da natureza duradoura da felicidade de Israel. Deve-se notar que os dois memoriais de Israel redimida são o trigo (pão) e a vida, que deixam entrever um outro muito maior memor. Uma repetição do jogo de palavras em torno do nome de Efraim cujo caráter sinistro é agora engolfado na fonte divina da fertilidade do povo. As palavras para que as saiba no versículo 9 são um epítome da profecia inteira. A principal queixa de Deus contra o Seu povo é que eles não O "conheciam". Mas agora, que se tinham tornado sábios, conhecerão os caminhos do Senhor e andarão neles. O eterno só precisa de corações sensíveis, pessoas puras para fazer a sua vontade, que obedeçam a tora e que materialize os seus preceitos; e como sacrifício? Uma vida digna de um servo de Elohim.
Alexandre